Pintura de fachadas externas com tintas látex acrílicas à base de água sobre revestimentos de argamassa cimentícia ainda é o acabamento mais utilizado no Brasil, empregadas como revestimento de proteção para prevenir a degradação do substrato e também para dar um acabamento estético.

Sua alta utilização acontece por apresentar um baixo custo e uma execução simples.

Entretanto, no Brasil, as tintas são produzidas com a mesma formulação para serem distribuídas e aplicadas em toda a parte do território nacional, mesmo diante da enorme diversidade biológica e climática do país. O reflexo disso é que estas tintas podem apresentar desempenhos diferentes em cada região, dependendo da orientação solar, umidade relativa do ar, disponibilidade de nutrientes, etc.

Podemos observar cada vez mais a ocorrência de biodeteriorização em fachadas decorrente do ataque de microrganismos, que leva a frequentes serviços de limpeza e aplicação de nova pintura. As contaminações de pinturas externas se dão, em sua maioria, por fungos, cianobactérias, algas, líquens e leveduras, que são capazes de produzir deteriorizações irreversíveis no filme da tinta, destruindo a película e causando seu desprendimento, o que expõe o substrato e facilita o acesso de umidade no ambiente.

O pigmento utilizado confere a cor e pode ser de origem orgânica ou inorgânica. Os aditivos, por sua vez, sempre em baixas proporções, respondem por efeitos mais específicos, como conferir propriedades antiespumantes, surfactantes, hidrorepelentes, biocidas, entre outros. O solvente é água, que auxilia na aplicação e propriedades secantes. As tintas látex contêm surfactantes, modificadores de reologia como éteres celulósicos e extensores-argila ou carbonatos de cálcio. Muitas destas matérias primas são nutrientes para a proliferação de fungos e cianobactérias.

Um estudo realizado na Universidade Federal de Santa Catarina, concluiu que, após análises realizadas em 12, 20 e 34 meses, foi possível classificar as cores em ordem de biodeteriorização crescente: vermelho, azul, cerâmico, verde, gelo, camurça, marfim, pêssego, palha e amarelo. Ou seja, a cor vermelha foi a que apresentou menor biodeteriorização ao longo do tempo; e a cor amarelo apresentou maior biodeteriorização ao longo do mesmo tempo.

A análise da composição química dos pigmentos revelou que em algumas cores existem uma maior presença de biocidas, como o Óxido de Cobre no azul e verde, Óxido de Zinco no branco e Cloro no vermelho, e isso pode ter influenciado na capacidade de resistência à biodeteriorização das cores.

A Trade Pinturas é uma empresa que se especializa no ramo de restauração de fachadas, de forma a oferecer serviços que são capazes de apresentar resultados de qualidade.

Acompanhe nosso trabalho nas redes sociais

Pintura de fachadas externas com tintas látex acrílicas à base de água sobre revestimentos de argamassa cimentícia ainda é o acabamento mais utilizado no Brasil, empregadas como revestimento de proteção para prevenir a degradação do substrato e também para dar um acabamento estético.

Sua alta utilização acontece por apresentar um baixo custo e uma execução simples.

Entretanto, no Brasil, as tintas são produzidas com a mesma formulação para serem distribuídas e aplicadas em toda a parte do território nacional, mesmo diante da enorme diversidade biológica e climática do país. O reflexo disso é que estas tintas podem apresentar desempenhos diferentes em cada região, dependendo da orientação solar, umidade relativa do ar, disponibilidade de nutrientes, etc.

Podemos observar cada vez mais a ocorrência de biodeteriorização em fachadas decorrente do ataque de microrganismos, que leva a frequentes serviços de limpeza e aplicação de nova pintura. As contaminações de pinturas externas se dão, em sua maioria, por fungos, cianobactérias, algas, líquens e leveduras, que são capazes de produzir deteriorizações irreversíveis no filme da tinta, destruindo a película e causando seu desprendimento, o que expõe o substrato e facilita o acesso de umidade no ambiente.

O pigmento utilizado confere a cor e pode ser de origem orgânica ou inorgânica. Os aditivos, por sua vez, sempre em baixas proporções, respondem por efeitos mais específicos, como conferir propriedades antiespumantes, surfactantes, hidrorepelentes, biocidas, entre outros. O solvente é água, que auxilia na aplicação e propriedades secantes. As tintas látex contêm surfactantes, modificadores de reologia como éteres celulósicos e extensores-argila ou carbonatos de cálcio. Muitas destas matérias primas são nutrientes para a proliferação de fungos e cianobactérias.

Um estudo realizado na Universidade Federal de Santa Catarina, concluiu que, após análises realizadas em 12, 20 e 34 meses, foi possível classificar as cores em ordem de biodeteriorização crescente: vermelho, azul, cerâmico, verde, gelo, camurça, marfim, pêssego, palha e amarelo. Ou seja, a cor vermelha foi a que apresentou menor biodeteriorização ao longo do tempo; e a cor amarelo apresentou maior biodeteriorização ao longo do mesmo tempo.

A análise da composição química dos pigmentos revelou que em algumas cores existem uma maior presença de biocidas, como o Óxido de Cobre no azul e verde, Óxido de Zinco no branco e Cloro no vermelho, e isso pode ter influenciado na capacidade de resistência à biodeteriorização das cores.

A Trade Pinturas é uma empresa que se especializa no ramo de restauração de fachadas, de forma a oferecer serviços que são capazes de apresentar resultados de qualidade.

Acompanhe nosso trabalho nas redes sociais